Merenda nas Férias se tornou referência nacional; Cidade de SP quer implantar

O projeto Merenda Escolar nas Férias, instituído pelo prefeito José Luiz
Parella (PSDB), em 2008 na cidade de Ibaté, se tornou referência
nacional.
Além do município de Trabiju, a Câmara Municipal de São Paulo aprovou
nesta quarta-feira (9), o projeto de lei (PL) 5/2017, que autoriza a
Prefeitura a fornecer merenda escolar durante as férias. A proposta é de
autoria do vereador Mario Covas.
O Merenda nas Férias da cidade de Ibaté foi destacado em rede nacional,
pelo Programa “Encontro com Fátima Bernardes”, na Rede Globo de
Televisão. A apresentadora enviou uma equipe de produtores à cidade para
conhecer o funcionamento do programa, idealizado pelo atual prefeito,
que sensível às condições e necessidades de muitas famílias do
município, iniciou o fornecimento da merenda escolar, também nas férias.
Em Ibaté, a merenda nas férias é servida por três escolas municipais,
que juntas reúnem 1700 crianças, entre 04 e 11 anos e quase metade dos
alunos aproveitam para comer. Os funcionários servem 800 refeições por
dia. Tudo é preparado pela equipe de servidores da própria prefeitura,
que não descansa nem nas férias da garotada e o cardápio é balanceado
para garantir as necessidades nutricionais das crianças.
“Fico muito feliz que outras cidades estão reconhecendo esse projeto que
idealizamos em prol das nossas crianças. Notamos que após as férias,
muitas delas, voltavam mais magras e quase desnutridas, preocupado com
isso, iniciamos esse projeto em Ibaté”, contou Zé Parrella.
Na capital paulista, o PL não obriga as escolas a fornecer merenda,
apenas autoriza. A merenda poderá ser entregue de três formas: dentro
das escolas, por meio da entrega de cesta básica ou cartão-alimentação.
Covas argumenta que “para uma gama de alunos, a alimentação na escola é
a única do dia. Se não for a única, é a com mais propriedade de
vitaminas. Deve-se levar em conta ainda as dificuldades financeiras
enfrentadas pelas famílias destas crianças. Não raramente, muitas delas
não podem contar em casa com uma alimentação adequada durante o período de férias ou recesso escolar. Justamente por isso, espero que o
Executivo tenha sensibilidade e sancione o projeto”.

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