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Secretaria de saúde registra taxa de faltas de 17,42% em agosto

A Secretaria Municipal de Saúde de São Carlos informou que o município registrou uma taxa geral de faltas de 17,42% nos atendimentos da rede pública em agosto. Na prática, isso significa que quase um em cada seis pacientes que agendaram consulta ou exame simplesmente não compareceu.

O Faltômetro da Saúde registrou 61.246 atendimentos agendados na rede municipal ao longo do mês. Desses, 50.579 foram efetivamente realizados, enquanto 10.667 vagas ficaram sem uso por ausência do paciente.

O Centro de Atendimento de Infecções Crônicas (CAIC) apresentou a maior taxa de faltas entre todos os serviços mapeados: 29%, equivalente a 236 faltas em 793 consultas agendadas.

O Centro Municipal de Especialidades Médicas (CEME) também aparece com um número expressivo de faltas, tanto nas consultas (22,87%, com 1.394 faltas em 6.096 agendamentos) quanto nos exames (19,38%, com 619 faltas em 3.194 agendamentos).

O Centro de Especialidades Odontológicas (CEO) teve a menor taxa de faltas entre os serviços mapeados: 12,07%, com 118 faltas em 978 consultas marcadas.

As Unidades Básicas de Saúde (UBS) foram responsáveis pelo maior número absoluto de ausências da rede: 5.325 faltas em um universo de 32.544 consultas agendadas, taxa de 16,36%.

As Unidades de Saúde da Família (USF) tiveram taxa de faltas de 16,86%, com 2.975 pacientes agendados que não compareceram às consultas, em um total de 17.641 atendimentos agendados.

De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, as seis frentes de atendimento mapeadas (CEME Consultas, CEME Exames, CEO Consultas, CAIC Consultas, USF Consultas e UBS Consultas) resultaram nos 10.667 casos de ausência que compõem a taxa geral de 17,42% registrada em agosto.

Para o secretário de Saúde, Leandro Pilha, “os números mostram que precisamos enfrentar com seriedade o problema das faltas nos atendimentos da rede pública. É fundamental que cada cidadão compreenda a importância de comparecer às consultas e exames agendados, porque a ausência não afeta apenas o próprio paciente, mas toda a comunidade”.

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