Prefeitura de Ibaté prorroga vacinação contra Poliomielite e Sarampo

A Prefeitura de Ibaté, por meio da Vigilância Epidemiológica, prorrogou
até o dia 14 de setembro a Campanha de Vacinação contra a Poliomielite
(Paralisia Infantil) e Sarampo buscando atingir a meta estabelecida pelo
Ministério da Saúde que é de 95%.
De acordo com a Vigilância Epidemiológica, 1556, o que equivale a
84,74,crianças com idades entre 1 e 5 anos tomaram a vacina contra a
Poliomielite e 1561, ou seja, 85,06% do publico alvo se imunizaram
contra o Sarampo. “Ainda temos cerca de 400 crianças que não foram
imunizadas e como que cidade Ibaté ainda não atingiu a meta, fiquei
preocupado e em uma reunião com o Departamento de Saúde resolvemos tomar
algumas medidas para imunizar não 95% das crianças, mas se possível
100%”, apontou o prefeito José Luiz Parrella (PSDB).
A medida adotada pelo prefeito Zé Parrella foi a caráter emergencial,
para que se continuasse a Campanha de Vacinação contra Poliomielite e
Sarampo. “Pedimos que as diretoras das escolas municipais peçam a
carteirinha de vacinação das crianças para que a gente possa chegar ao
número de 95% de crianças vacinadas. Já iniciou-se um trabalho nas
creches e nas escolas municipais, juntamente com todo o pessoal
Departamento de Saúde, caso seja necessário, vamos acionar o Conselho
Tutelar para que as mães levem seus filhos para vacinar e a gente
atingir a meta e quem sabe chegar aos 100% de crianças”, observou o
chefe do Executivo.
Os pais ou responsáveis que não conseguiram levar as crianças durante o
período da campanha, ainda tem a chance de vacinar as crianças, pois as
unidades de saúde de Ibaté estão com doses das duas vacinas. “A campanha
foi muito importante, um grande número de crianças foram imunizadas
contra a Poliomielite e o Sarampo, mas quem não conseguiu ir durante o
mês de agosto, podem levar as crianças nos postos de saúde que ainda tem
doses das duas vacinas. As mães que tiverem dúvidas podem procurar as
Unidades de Saúde até para atualizar a Carteira de Vacinação, não só a
vacina de Sarampo e Poliomielite, mas também da Febre Amarela e outras
que possam estas atrasadas”, apontou Zé Parrella.
O objetivo da campanha foi de reforçar a imunização e conter o avanço do
sarampo no país, doença que já leva a surtos na região Norte.
Neste ano, a campanha foi “indiscriminada”, o que significa que mesmo
crianças que estão com a carteirinha de vacinação em dia recebem novas
doses de reforço contra as duas doenças.
A finalidade foi elevar a cobertura vacinal no país e reforçar a
proteção de já imunizados. Desde fevereiro, o Brasil registra ao menos
1.553 casos de sarampo, com sete mortes. Outros 6.975 casos permanecem
em investigação.
Já a poliomielite preocupa diante da queda nas coberturas vacinais, o
que aumenta o risco de retorno da doença caso haja nova reintrodução do
vírus no país e contato com não vacinados. Durante a mobilização, a
aplicação das doses houve esquemas diferentes dependendo da situação
vacinal de cada criança.
Crianças que nunca tomaram nenhuma dose de vacina contra a pólio, por
exemplo, devem receber uma dose da VIP (vacina injetável). Já aquelas
que já tiverem tomado uma ou mais doses recebem a VOP (vacina oral),
conhecida como gotinha. A ideia ainda é reforçar a imunização contra a
doença.
Contra o sarampo, a campanha prevê que todas as crianças recebam uma
dose da vacina tríplice viral. A exceção são aquelas que já foram
vacinadas nos últimos 30 dias. A vacina é contraindicada apenas para
crianças imunodeprimidas, como aquelas submetidas a tratamento de
leucemia e pacientes de câncer.
Já as crianças alérgicas à proteína lactoalbumina, presente no leite de
vaca, devem informar o quadro às equipes de saúde. Nesse caso, elas
recebem outra vacina contra sarampo.

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